Trabalhos Maçônicos

 

 

O trabalho maçônico se desenvolve em nossas Lojas, segundo um método ritualístico e simbólico, que tem suas raízes na Tradição Maçônica Universal.

A Federação Brasileira "Le Droit Humain" utiliza em seus trabalhos o Rito Escocês Antigo e Aceito, sendo que nos graus simbólicos adota dois Rituais distintos: o Francês Moderno, também chamado de "Continental", e o Lauderdale, de origem inglesa, também chamado de Insular.

Durante a reunião, o ritual integra os Maçons num contexto que os afasta da agitação do mundo exterior. Os membros podem expressar sua opinião, com calma e franqueza, com total liberdade e a mais completa confiança, após ter pedido a palavra. Todas as opiniões são examinadas com um espírito de Tolerância e Fraternidade.

Os Aprendizes estão sujeito à Lei de Silêncio, que corresponde a um período de reflexão. Por isso não podem fazer uso da palavra.

Nas Federações, os membros participam de estudos de questões atuais, sociais, filosóficas e simbólicas. Os estudos de resultados sociais podem ser objetos de sínteses divulgadas no mundo profano e, eventualmente, podem nortear o trabalho dos legisladores.

Todas as Lojas, em algum momento, são convidadas a estudar uma questão internacional, cuja síntese é apresentada em Convenção Internacional.

A Assiduidade nos trabalhos em Loja é indispensável e essencial, dada a importância da experiência a ser vivenciada.

Ninguém pode se tornar um "Maçom" no sentido mais amplo do termo, se ele não for assíduo. De fato, é em Loja que, por reflexão, troca de idéia e participação nas reuniões, alguém se torna um verdadeiro Maçom.

Todo ser humano, independente de suas origens ou nível de instrução, é capaz de trabalhar sobre si mesmo, de buscar e de refletir.

Como diz o aforismo de Sócrates: "Conhece-te a ti mesmo".

O progresso maçônico não se resume num desenvolvimento intelectual, mas é um apelo à intuição, à imaginação, à criação e às emoções. Isto representa, em conjunto, o processo filosófico do Ser Humano.

É através de uma linguagem comum (a dos símbolos), sob a base de uma cultura comum (a da tradição), e apoiados no ritual, que os Franco-maçons atingem a qualidade de escutar e de dialogar, que favorece a troca de idéias e prepara o Futuro.